20 de maio de 2011

Formando DeMolays Críticos - Tolerância

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.Ele se vira para o chinês e pergunta:


- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:

- Sim, logo depois que o seu vier cheirar as flores!

Moral da História:

"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente."Portanto, não julgue.. Apenas tente compreender...


Liberdade, Igualdade, Fraternidade!

10 de maio de 2011

Mickey. Um Exemplo de DeMolay


Walt Disney, como todos já sabem, foi um grande DeMolay. Muito atuante em seu Capítulo, muito querido e muito respeitado por todos. Certo dia, quando estava apenas começando a sua carreira de desenhista, indicou um amigo, chamado Mickey, para que fosse iniciado na Ordem DeMolay. Passou boas referências sobre o garoto, o que levou a ser aprovado.

Tão grande era o respeito que os demais DeMolays tinham por ele que acharam que não era necessária uma sindicância sob o forasteiro, e Mickey seria o único iniciado naquele dia.

Chegando, então, o dia da iniciação, todos já demonstravam uma ansiedade em conhecer o profano que iria ser iniciado. Todos tinham certeza que realmente seria um grande DeMolay, pois Disney havia empenhado a sua palavra.

Porém, Mickey, demorava a chegar, a cerimônia estava preste a ser iniciada e ainda não havia chegado. Naquela altura todos já perguntavam a Disney: onde está o garoto? Disney sempre respondia: no momento certo ele vai chegar. Alguns já pensavam em cancelar a iniciação, mas Disney não deixou. Pediu que começasse a cerimônia de abertura e que se o garoto não chegasse até esta se encerrar que cancelassem.

Em um clima de constrangimento os DeMolays começaram a cerimônia de abertura do Grau Iniciático, quando esta acabou os irmãos notaram que o garoto Mickey não havia chegado. Todos estavam decepcionados com o garoto e, também, com que o indicou.

Foi então naquele momento em que o Irmão Walt Disney surpreendeu a todos. Ele dirigiu-se até o altar e disse: “O garoto Mickey esteve este tempo todo comigo, já está na hora de apresenta-lo a vocês”. Todos se espantaram, pois ninguém havia visto o garoto. Foi então o momento em que Disney tirou de dentro de um grande envelope um desenho e, logo em seguida, apresentou a todos seus irmãos DeMolays. Era o desenho de um camundongo simpático e sorridente. Ninguém estava entendendo e Disney complementou: “este é o Mickey, ele não vai decepcioná-los”.

Mickey, um simples desenho e até então desconhecido por todos, simbolicamente, e com um DeMolay segurando o desenho, percorreu as colunas, fez seu juramento e foi iniciado como todos nós, tornando-se assim um DeMolay.

Anos mais tarde, Walt Disney, criou o maior parque de diversões, a Disney World, e sempre com muito orgulho dizia: “lembrem-se, tudo isto começou com um camundongo”.

Mickey, conforme prometeu Disney, não nos decepcionou: é um camundongo muito querido e simpático, praticante dos bons valores e virtudes DeMolays, assim como foi o seu criador. É a grande figura daquele parque, ocupando o lugar de maior destaque.

Hoje, Walt Disney, está inscrito no “Hall da Fama DeMolay”, e Mickey pode ser encontrado no Supremo Conselho Internacional. Ambos estão imortalizados em nossas memórias, pois fizeram parte de nossas infâncias, assim como continuam, e continuarão, a fazer parte da infância de muitas crianças.



2 de maio de 2011

Aventuras DeMolay 1

Começa aqui uma série de postagens que vai mostrar ao mundo as grandes aventuras cheias de risadas, e diverção que um dia alguma lente imortalizou e hj guardo nesse pequeno lugar chamado Internet

Vamos ao Aventuras DeMolay número 1 :







17 de abril de 2011

Sózinho no Templo (#showdebola)

Sozinho no templo um vigia da loja maçônica começa a Fantasiar Como seria uma Reunião DeMolay:
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Penumbra... silêncio entre as Colunas... um fio de escuridão começa a penetrar no recinto de Salomão e a ramificar-se em todo o espaço.

Bamm... a porta dupla do Templo se abre... J e B são apenas espectadores àquilo que os olhos humanos não são capazes de enxergar: a figura histórica de um Homem que com seu manto anil que levemente beija o chão.

"Enorme"... adjetivo este que o homem oferece ao lugar. Enorme também foi o tempo em que ele estava adormecido e que há quase 90 anos foi despertado.

Momentos atrás... horas antes, jovens ali, de capas e colares, se reuniram e seu nome chamaram.

Isso... ele pode sentir o calor ali emanado; ainda pode ouvir no eco seu nome. "...layyyyyyyy...".

Passos... Oriente. Trono de Salomão. A lâmina flamígera poderia facilmente iluminar o recinto. "Melhor não", pensa ele. Senta-se no Trono. Oriente, onde o Sol nasce e a vida tem início. "Aqui somos todos Iniciáticos".

Levanta-se... Direção ao Sul. O que passou e o que passará se encontram aqui. Iniciação. Morrer para uma vida passada e nascer para uma futura.

Um gongo... Bléim! Bléim! Bléim! Bléim! Bléim! Bléim! Bléim! Bléim! Bléim!

Sozinho no Templo, ele ajoelha sobre o joelho esquerdo e reza e lembra... e chora e reza.

Agora, olhos ao zênite. Levanta-se novamente e como um Soldado de Deus marcha ao Ocidente.

Onde o Sol se põe. O Aconchego dos Seniors. Onde, sob os braços da Lua, a vida adormece para nascer numa nova aurora. Ele passa a mão suavemente sobre a mesa e pensa "O maior ensinamento que um Senior pode dar é o que diz que ele sempre está pronto para aprender com os Irmãos".

Ele sorri. Está cansado. A viagem foi longa, porém a Ponte da Cavalaria encurtou um bom cominho e ele pôde enfim chegar onde queria: no coração dos jovens de 12 a 21 anos que patrocinam, e, patrocinadores são da Régua e do Compasso. Quiçá todo Obreiro um dia,Ter sido DeMolay". Sorri novamente... "Filosofando, Thiago?", ele auto-questiona.

Anda mais um pouco. Sete castiçais, livros e uma áurea dourada. "A Chama que nunca se apaga", olha pra vela central, apagada, e para o alto.

Anda...

Mais uma vez, o Oriente. Onde tudo que começa deve terminar. Um malhete esquecido repousa à mesa. Inerte? Inofensivo? "Não", pensa novamente. Assim como o segundo malhete que figura na Jóia do Mestre Conselheiro, o Nobre Cavaleiro passa a mão sobre o objeto e tira-o do local. Mas ao mesmo tempo que figura em sua mão, o malhete continua repousado à mesa. São dois?

E com este novo objeto seguro na mão, ele fita os Zodíacos e nós à volta, sorri e declara com uma expressão séria: "E com uma batida de malhete, saberão que estive, estou e sempre estarei aqui. Vivo! Figurado pelo Segundo Malhete. Vivo!! Vivo!!!".

BAM!!!

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Instantes depois, este vigia da Loja ouve um barulho de relance e entra assustado no Templo com uma lanterna e um pedaço de madeira. Mas não encontra nada de anormal... apenas uma pequena possa d’água no chão xadrez. E se assusta ainda mais, pois ali NÃO HÁ "goteiras".

1 de abril de 2011

O Enigma do Segredo DeMolay

Olhares penetrantes, Símbolos, 7 velas e um Altar.

Silêncio entre as Colunas,
A Reunião vai começar.



Todos em guarda; em formação triangular.
É uma ponta de flecha que insiste em acertar
As Escrituras Sagradas e os Livros Escolares
Pelos quais nós DeMolays prometemos ajudar



Esvoaçadas capas rubro-negras,
Três nós num dourado cordão
Toc-tocs dos sapatos
Sobre o mosaico no chão



Ajoelhados, cabisbaixos,
Proferimos nosso Amém
Estamos prontos, Mestre Conselheiro,
Guie-nos você também




1º acende as Grades Luzes,
2º nos protege de interrupções
Enxergando e tranquilos,
Iniciamos as canções



Oh, Bandeira tão querida!!
Oh, Pátria tão amada!!
Repouse no Oriente, tranqüila,
Que lhe guardamos de ciladas



DeMolay!! Mártir imortal
Obrigado por nos fazer ver
Que existe amor fraternal
Imortal também é ser DeMolay



Seguimos as Ordens,
como consta no Ritual
Celebrando Início, Meio e Fim:
nosso Ciclo Vital



Não percebemos mas horas passam,
Assuntos são discutidos
Fazemos filantropia
Enfim, nós estamos unidos

Nove badaladas: atentemos ao Capelão
Acalmai, oh Pai, os que sofrem e os que dormem
Abençoai, oh Deus, nossa mãe, nosso pai
E a causa de nossa Ordem



O malhete nos afirma
"Acabou, meus Irmãos"
Saindo da Sala Capitular,
uma conclusão:


Há muito o que fazer (e sabemos como fazer)
Pois lá fora também começa

mais uma Reunião
Reunião DeMolay.


 Texto do Irmão Gills Lopes"
Capítulo "João Pessoa" nº 011

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